Cardox
39p
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12 years ago @ Player Select - PlayerCast #81: Games ... · 1 reply · +1 points
Ola amigos,
Mais uma vez um excelente tema para um podcast. Poderia dizer que sou um aficionado por jogos underrated, já que pouco ligo para avaliações “profissionais” (reviews), preferindo experimentar por mim mesmo os jogos.
Com essa experiência, posso recomendar alguns títulos excelentes que, se não passaram completamente despercebidos pelo público, tiveram uma atenção aquém da merecida:
1 – Metro 2033
O que restou da sociedade russa devastada pela guerra nuclear se abriga nos túneis do metro moscovita. O ambiente sufocante abriga o que sobrou de humanidade, tendo que improvisar para sobreviver, enquanto enfrenta ainda as diferenças sociais e os conflitos entre regimes comunistas e nazistas no subterrâneo. Para piorar a situação, ainda existe as ameaças das aberrações nascidas na superfície contaminada pela radiação e uma estranha presença de misteriosas criaturas desconhecidas pelos seres humanos.
2 – Binary Domain
Resolvi mencionar o jogo, já citado pelo amigo Danlost, por achar que sua abordagem foi um pouco rasa na história. Um shooter digno usando uma mecânica precisa que, só por isso já entrega uma excelente experiência de jogo. Porém seu ponto forte é sua história, onde a humanidade vive um dilema: qual o limite para o desenvolvimento das máquinas? Em uma sociedade onde os seres mecânicos vivem em no mesmo ambiente social dos homens, substituindo os mesmos em alguns postos de trabalho e executando funções comuns no ambiente de que agora fazem parte, o que os impede, já que agora dotados de certa inteligência, de se organizarem e rebelarem contra seus criadores?
O “domínio binário”, como traz o nome do jogo, é justamente isso: o mundo dividido entre os humanos criadores e as novas criaturas artificiais inteligentes. Deve-se regular o quanto uma máquina pode se parecer com um homem? Melhor, ainda existe como se regular esse fato? Essas questões, ainda somados a aspectos de evolução de personagens que lembram alguns RPGs e o carisma e interação entre os personagens fazem do game um jogo único. Seu ponto fraco é a facilidade do jogo, sendo até bem ridícula às vezes.
3 – Homefront
E se um dia, a Coréia do Norte declarasse guerra aos Estados Unidos e vencesse o conflito, como seria o cotidiano americano? Essa idéia vem em forma de tapa na cara no orgulho norte-americano e mostra a ruína do “maior potência ocidental”, onde um povo outrora patriota e orgulhoso vive subjulgado e escravizado pelo regime comunista. Bandeiras nortecoreanas espalhadas pelas ruas, um novo idioma dominando o país e a fraca resistência vive se escondendo e tentando algum sucesso contra a invasão com pequenos atos sabotagem e ataques praticamente suicidas contra os opressores. Se para nós, brasileiros, o jogo é perturbador, talvez isso tenha selado seu insucesso nos Estados Unidos. Pesam também o fato da jogabilidade datada ao estilo COD e um multiplayer que não precisava ter sido criado.
4 – Just Cause 2
Sejamos sinceros, boa parte da graça em um sandbox é fazer o que der na telha. Fazer isso da forma mais absurda e insana possível é tema do jogo que, mesmo não sendo tão escrachado quanto Saint`s Row, traz um universo que cultua o caos, onde você é recompensado pelo prejuízo causado por você. Na contra-mão dos títulos citados acima, não destaco sua história, que só serve como uma justificativa para as atitudes caóticas do protagonista, mas sim a liberdade e loucura do game. Título até conhecido, mas sem muito valor.
Existem ainda vários jogos a serem tratados, como Valkyria Chronicles, Grey Matter, Deadly Premonition, Darkstar One etc, mas o espaço aqui seria muito pequeno para um pequeno destaque a cada um desses injustiçados jogos.
Para finalizar, vou defender meu amigo Igor. “Liberdade é correr pelo céu”, e não “voar pelo céu”. Guaxinin, para citar Dragon Ball Z, faça corretamente e não deturpe a obra prima!
No mais um abraço a todos, é bom estar de volta ouvindo e contribuindo com o Player Select.
Abraços
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Aproveitei que consegui escapar e estou capturando um sinal de WiFi aberto por aqui para baixar o PlayerSelect dessa semana, que trata de um jogo que traz em seus primeiros títulos a essência assustadora que foi lançada aos videogames pelo famoso jogo encenado nessa cidade fantasma onde meus algozes me prederam.
Se alguém puder me enviar ajuda serei muito grato, estou tentando me localizar no meio do nada, estou sem sinal de GPS e o sinal do celular está muito fraco. A banda do WiFi é limitada, e enquanto baixo o podcast não consigo fazer mais nada na internet. Vou tentar sintonizar o rádio FM do meu celular, mas aqui só dá estática! Heim, quem está aí? Não... não, eu não quero voltar, não, socooooooooorro, não me levem de volta, me ajuuuuuu....
13 years ago @ Player Select - PlayerCast #11: Playli... · 0 replies · +1 points
Depois de uma desconexão forçada devido a obras, falta de internet e tempo (fatores interdependentes entre si para o fato), voltei aqui e estou me atualizando nos podcasts pendentes, colocando em primeiro lugar o PlayerSelect.
Episódios de temas musicais são relativos demais. Still Alive é excelente, Dragonborn é épico, mas não gostei muito de outras, como por exemplo a de Black Ops, que não é nem um pouco marcante (nesse ponto, temos a de Battlefield que mesmo quem não conhece o jogo já ouviu).
Adições minhas ficam por conta de "Fly me to the Moon" do jogo Bayonetta (tanto a versão remix, dançante do jogo, e a versão clássica, que toca no final), "Want you Gone" de Portal 2 (viiiiiiibra Igor!) e Icarus de Deus Ex Human Revolution. Uma menção honrosa vai para Brutal Legend, que pode ser o jogo que tem mais músicas "fodas" em toda história, por utilizar somente clássicos do Rock!
Enquanto a próxima etapa das obras em minha casa não chega (na segunda semana de janeiro), estou de volta. Abraços!
13 years ago @ http://www.sussuworld.... - Podcast Sussuworld #72... · 0 replies · +1 points
Sobre Journey, mesmo você sendo um Warrior, vale a pena jogar sim. O jogo não é grande, e não é somente ficar pulando, e sim uma jornada, um jogo com uma incrível imersão.
Estou esperando muito Bioshock também, mas o jogo que mais espero para o próximo ano é o Metro Last Light.
Abraços.
13 years ago @ http://www.sussuworld.... - Podcast Sussuworld #72... · 2 replies · 0 points
13 years ago @ Player Select - PlayerCast #09: Série... · 2 replies · +1 points
13 years ago @ Player Select - PlayerCast #07: Série... · 0 replies · +2 points
Após escutar parcialmente esse PlayerCast volto a comentar.
Abraços!