Fernando Moraes

Fernando Moraes

63p

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13 years ago @ Kotaku Brasil - Para q... - Oi, Kotaku, o prazer Ã... · 0 replies · +1 points

Seja bem vindo, rapaz!
Vamos ver como vai ficar o nosso querido Kotaku, afinal ele sempre melhora! Sinta-se em casa e aproveite, pois aqui a galera adora uma discussão bacanuda!

13 years ago @ Kotaku Brasil - Para q... - Batman: Arkham Origins... · 0 replies · +3 points

Viver da sombra do sucesso do antecessor é um dos medos mais comuns atualmente, aonde saem muitos jogos da mesma franquia. Espero que a WB tenha noção de que a aceitação do game vai valer muito mais para aceitarem o estúdio do que para o game em si.
Até o momento, o trailer me empolgou a comprar, mas me ensinou também a manter um pé atrás, já que não sei de quem é o roteiro e não tenho noção de como vai ficar a jogabilidade, além de conhecer muito pouco do plot.
Uma das coisas que eu reclamo do City era exatamente os dotes de detetives do Batman ficarem muito em segundo plano em algumas sidequests. Se isso for resolvido, como o texto parece indicar, já é um ótimo passo adiante.

13 years ago @ Kotaku Brasil - Para q... - John Riccitiello não ... · 0 replies · +1 points

Mais um CEO "assassinado" por conta da política da empresa. Não consigo acreditar que 100% da culpa seja do John, ainda mais por conhecer um pouco a linha de raciocínio da EA.

13 years ago @ Kotaku Brasil - Para q... - Japão em ruínas: os ... · 0 replies · +2 points

Triste. Depois de ver isso, fico lembrando dos meus áureos tempos de jogador de fliperama. O tempo é realmente maldoso com coisas que apreciamos.

13 years ago @ Kotaku Brasil - Para q... - Quebrar a barreira ent... · 0 replies · +2 points

Acho um formato interessante, mesmo não sendo um gamer muito social. Se a integração não for um parto, como em alguns jogos, se a proposta do game me levar a isso, não acho ruim esses planos. Só não quero a morte total do Single pelo fato da imersão na história. Pode não ter nada haver, mas alguns co-ops acabam tirando um percentual da atenção do jogador no todo, tanto na obra quanto na história que está transcorrendo alí.

13 years ago @ Baixo Frente Soco - Eu Gosto de JÓgos #12... · 0 replies · +1 points

Tomei coragem de comentar e também consegui ouvir antes de sair um novo!
Comprei, joguei um pouco, percebi ser um jogo de uma sentada (Meio como Braid) e resolvi deixar para depois.
Tenho um retardo com spoilers: Eles só me animam mais a jogar, ver ou ler, porque fico totalmente pilhado para saber como aquilo acontece. Foi assim com o Lords of Shadow, Deus Ex e alguns outros jogos.
Na parte musical, como eu pude perceber, na real uma das versões complementa a outra, podendo ser tocadas juntas e mantendo o sentido. A intenção dessas músicas não é ser Background Music, já que a intenção das mesmas e, na real, não ser percebida, apenas acompanhar. Tenho outro retardo com isso que eu consigo ouvir tanto os barulhos ambientes quando as músicas e identifica-las, não atoa que gosto de comprar as edições com a OST (como fiz com To The Moon).
Escrevo demais sempre, faz parte. Não sei se vai fazer alguma diferença, mas sou o Fedaykin do Level Mais (jabá gratuito).
Abraços, seus lindos (Isso é viadagem adquirida de toda a equipe do L+, não liguem)

13 years ago @ Super Controle Podcast! - Overkill #21 - O que Ã... · 0 replies · +2 points

Opa, gurizada! Belezura?
Vou usar uma linha da raciocínio própria que, "excrusive", já me utilizei dela em um post antigo que escrevi na minha coluna no Level Mais: Acho que a alcunha indie se encaixa mais em uma ideia inovadora, um algo diferente do que vem sendo explorado pela "Linha de Montagem" dos games do que em uma empresa em geral. Guardada as devidas proporções, acho a Valve uma desenvolvedora indie, pois Portal foi uma ideia inovadora, algo diferente de tudo que existia, e fez um bruta sucesso. Braid com sua história sendo contada de forma literária praticamente, abusando da exuberância do cenário e de um ótimo roteiro. Acabo vendo muito a linha de ideias sendo o que torna um game indie. É uma classificação que deixa muitas brechas, mas tem um englobamento mais universal.
Programa ótimo (como todo Overkill tem se mostrado), com bons pontos de vista, opiniões muito bem pontuadas e uma ótima trilha de fundo.

13 years ago @ Super Controle Podcast! - Overkill #19 - A hora ... · 0 replies · +1 points

Velho! O final é uma das melhores partes! Saber que ainda tem muito mais coisas para explorar naquele mundo é um tesão a parte. Estou com um Assassin no 35 (acho) e estou rejogando no modo True Vault Hunter, além de estar continuando com o primeiro DLC em Oasis. Qualquer coisa, marcar uma jogatina louca.

13 years ago @ JWave - JWave #112: O Iluminado · 0 replies · +1 points

Um cRassico muito bem escolhido. Gosto mais da linha de desenvolvimento do livro, que analisa muito o psicológico de todos e mostra os frangalhos que a do Jack Torrance ficou. Acompanhar pouco a pouco ele sendo consumido pelo hotel (que casa, seus malucos!) e pela história do hotel é demais.
Ver o filme sem ter lido o livro é muito mais complicado porque o filme passou batido por algumas coisas, que quem leu sabe bem aonde se situa e no que isso vai dar.
Como foi dito, no livro ele tem uma chance de redenção, mas é sofrido a cena. O hotel, com o corpo totalmente controlado do Jack, começa a incitar o moleque a respeita-ló, porque ele é o pai dele. Quando ele percebe que o moleque não vai agir desse jeito, ele começa a arrebentar a cara do Jack, deixando ele totalmente desfigurado e com a aparencia de todos os fantasmas do hotel. E o hotel achando que venceu, pois chegou no caldeira é demais!
Acho que no momento não tenho nada mais a acrescentar. Ótimo JWave, chapas!

13 years ago @ Super Controle Podcast! - Overkill #18 - Jogos C... · 1 reply · +2 points

Acho que um dos grandes problemas do Borderlands foi o fato de não ter muito uma linha de ação muito clara, permitindo que você passe zilhões de vezes pelo mesmo local e mate o mesmo boss, os mesmos inimigos. Dá XP, mas irrita; Mas pelo menos eles te localizam quanto a nível de dificuldade. Jogo, vez ou outra, o Fallout: New Vegas e cansei de entrar em missão de nível alto demais estando no nível 7.
Queria terminar o meu Borderlands, mas ele começou a dar um erro bizarro que, até o atual momento, nem mesmo a 2K conseguiu me ajudar.
O mais engraçado de jogos com skype Mode On é exatamente a algazarra criada. Até dá para fazer isso com jogos que precise prestar atenção na história (pelo menos eu consigo), mas ainda anseio por uns coops locais com os amigos.