Joana

Joana

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16 years ago @ Viver Lisboa - Participem Na Minha Rua · 3 replies · +1 points

Faltava o link http://naminharua.cm-lisboa.pt/.

Eu infelizmente não consigo ver o site, que não uso o windows.

16 years ago @ Viver Lisboa - Que actividades existe... · 0 replies · +1 points

Só sei do Judo porque cheguei a ter o meu marido a praticar, na Moniz Pereira, o ano passado. Era só aparecer e inscrever, 10 euros/mes, 3x/semana (como na resposta acima). Mas era para miudos mais velhos (os meus têm a mesma idade que os seus e não deu para inscrever). Têm musica na escola e o mais velho já tem o Judo, mas tb na escola. Fazem natação no estadio universitário, mas tb já ouvi maravilhas sobre a piscina da ameixoeira. Conheço 2 familias que têm lá os miudos.

Tb gostava de saber mais sobre actividades mais criativas aqui por perto (para além do desporto). Se souberem, por favor coloquem aqui.

16 years ago @ Viver Lisboa - João Cordeiro, ... · 2 replies · 0 points

Eu tenho que falar dos estendais que isto é um problema com que vivo diariamente. Concordo em pleno contigo, Tiago. Felizmente tenho varanda onde posso colocar um estendal móvel, no seu interior, e que retiro quando não está a ser utilizado. Mas a verdade é que só não é utilizado nas férias, já que somos uma família de 4, quase 5 (se calhar terei que arranjar outro para o Inverno). Há sempre roupa para lavar. E se no Verão ela até seca rapidamente dentro de casa, no Inverno que está mais frio, sem a ajuda do vento, uma máquina de roupa poderia levar até 2 ou 3 dias para secar. Não há hipótese, o monte de roupa suja cresceria desmedidamente. Tive este problema qd estive numa casa menor (e nessa altura eramos só 3). Usei sempre a maquina de secar e pagava cerca de 500 euros/ano em acertos de electricidade.

Se mudar novamente de casa será uma prioridade escolher uma que tenha sitio para secar roupa em condições onde a roupa apanhe calor e vento, dentro ou fora de casa, dependerá da solução arquitectónica. Mas onde esteja previsto isto. É que na minha casa actual (e na anterior) o sítio previsto para secar a roupa é na cozinha. E alem dela não secar, como já disse, acho que não agrada a ninguem ter a roupa finalmente seca ao fim de 2 dias mas já com cheiro a refogado. É um disparate.

16 years ago @ Viver Lisboa - Uma cidadania de andar... · 2 replies · +1 points

Em paralelo, no mesmo espírito em que se fez uma rotunda numa noite, também se pode lá plantar alguma coisa. Existem as granadas de sementes desenhadas de propósito para lotes vazios na cidades, canteiros abandonados, etc (http://en.wikipedia.org/wiki/Seed_bombing).

Gostava de saber se havia tempo das bombas florirem antes de qualquer intervenção verde da CML.

16 years ago @ Viver Lisboa - Um rato gourmet na Qui... · 2 replies · 0 points

Nós tb ficámos até ao fim, apesar de já termos visto o DVD algumas vezes. Reparei em alguns pormenores que não tinha reparado em casa, como umas queimaduras de forno nos braços da Collette (ou terá sido impressão minha?... achei mto realista).

Mas uma sugestão para o ano era talvez começar estas sessões de animação para crianças mais cedo que as outras (lá pelas 21:00). Primeiro andam desde as 20:00 a perguntar a que horas é que vão ao cinema. E no fim já estão bastante impacientes e cheios de sono (mas não querem ir embora apesar de já terem visto...).

16 years ago @ Viver Lisboa - Cidade do Noddy · 4 replies · -1 points

Eu confesso que abomino o Noddy e a cidade do Noddy precisamente pelo ar plastificado e "la-di-dá" daquilo tudo. O Noddy é um tonto, acho eu, e o que o rodeia segue as mesmas linhas. Não tenho o Noddy ou os seus vizinhos como exemplo de cidadania para os meus filhos.

Já o Ruca... Seguindo a ideia da cidade e cidadania de desenho animado acho o Ruca um exemplo muito mais feliz e próximo do que pode ser um bairro. Não pretende ser um ambiente de fantasia e ainda assim se encontra tão longe do que (nós) temos: no urbanismos, nos espaços verdes, na organização do tempo, nas relações de vizinhança. O Ruca (Callillou) é um personagem Canadiano. E aqui sim, vejo bons exemplos a seguir e uso-o frequentemente como modelo.

17 years ago @ Viver Lisboa - Debate: As crianças t... · 2 replies · +1 points

Não consegui fazer reply lá em cima.

Quando digo responsabilizar o aluno, não o digo de uma forma oficial. Nunca ninguém me disse "tu geres isto". Mas na prática, sempre geri. Nunca em casa me inspeccionaram os TPC, embora me tirassem alguma dúvida se pedisse, claro. Não me perguntavam se os tinha, ou se já os tinha feito, ou se estavam correctos. E volta e meia vinha um papel do professor a dizer q nao tinha feito os TPC, para os pais assinaram. Assinavam e nessa altura ouvia uma reprimenda, mas sem consequencias. E nem sempre vinha o papel. O q quero dizer é que perante algumas "faltas" minhas, embora notadas, nunca professores ou pais realmente reagiram. E não acho q fosse desleixo deles. Acho q era bom senso. Porque não era um comportamento generalizado. Porque mantinha bons resultados.

À partida quando chegar a altura dos meus filhos tenciono estar atenta, mas pouco interventiva. Devo-lhes ralhar se nao fizerem alguma coisa de vez em qd? Acho q não, eles que giram. Se nao fizerem sempre é diferente. Mas se não fizerem qs sempre e forem bons alunos, acho q tb não me preocuparei. Logo se vê. Mas não vejo o TPC como uma coisa "obrigatória".

17 years ago @ Viver Lisboa - Debate: As crianças t... · 2 replies · +3 points

Bom, eu não sou professora e os meus filhos estão em idade pré-escolar, ainda não me debato nem tenho opinião formada sobre os TPC de hoje. Mas no meu tempo, lembro-me, também havia TPC e eu nem sempre os fazia. A maioria das vezes porque me esquecia, algumas vezes por ter outras coisas que me apeteciam mais fazer. Não faz também parte do processo o aluno aprender a gerir estas coisas? Lembro-me de fazer poucas cópias, ou de qs nunca encher as linhas pedidas de palavras difíceis, mas quase nunca deixei de fazer uma redacção, talvez por ser algo mais criativo (embora os temas "As minhas férias de verão" e outros que se repetiam anualmente fossem sentidos como um frete e não algo lá muito estimulante).

Mas não faz parte de aprender isto de nós próprios gerirmos o trabalho e dizermos "isto é demais", "isto não me ensina nada", e fazermos algumas das coisas pedidas e outras não? Há consequências injustas, hoje em dia? Eu, enquanto boa aluna, não levei mais do que uma reprimenda aqui e ali dos professores e dos pais. Sem consequências. Hoje, se tivermos bons resultados, temos má avaliação por não fazer TPC? Não há bom senso no "castigo", em casa e na escola? É que tb acho que a quantidade e tipo de TPC, e a importância de o ter feito ou baldar-se há-de variar de aluno para aluno, não? E tb ajuda o aluno a conhcer-se a si próprio, saber o q é dispensável para si e o q é importante fazer, gerir as suas responsabilidades (ao invés de fazer tudo cegamente - que me parece estúpido - ou não fazer nada em oposição). Mais do que teorias pedagógicas parece-me que hoje se perdeu algum bom senso.

17 years ago @ Viver Lisboa - Uma Eurocampanha Alegr... · 2 replies · +3 points

Eu acho que esse cartaz, o verdadeiro, parece uma (má) campanha de prevenção de suicídio.

17 years ago @ Viver Lisboa - Rotunda das 5 vias fin... · 2 replies · +1 points

Não só falta o arranjo final desta rotunda como, na outra das oliveiras, encheram uma boa parte de entulho.