Também vi um Malibu prata em exposição aqui em Londrina no começo de fevereiro na css. Imagino que seja algum daquele lote que veio só pra donos de concessionária. Também fico pensando no Camaro conversível, já que a GM levou um monte de jornalista para o lançamento nos Estados Unidos, test drive com Emerson Fittipaldi e tudo mais, e no fim não veio nada. Podia ser uma boa também.
Imagino que nos últimos dias eventuais carros remanescentes sem os equipamentos obrigatórios serão licenciados e emplacados, os consumidores então vão "ganhar" tais itens. Agora, essa Kombi era pra ser 600 unidades, havia 600 malucos interessados, aí fizeram mais 600 mas agora está faltando maluco.
Pois é, essa questão do 1.6 prince não ser flex, levantada no texto, está também em vários sites, mas eu não estava acompanhando toda a história. Entáo o MINI e o série 1 serão flex com o novo motor 1.5 e com o 2.0 atual. Obrigado pela resposta pessoal.
Sobre os motores flex da BMW: Se o MINI Countryman vai ser flex, e o motor é o mesmo 1.6 com outra configuração, qual a dificuldade? Ou ainda fazer uma versão do 2.0 pra usar nos 116 ou 118. Ou viajando bastante, vão colocar o 2.0 no MINI. Quem sabe podem fazer a 125, que usa o 2.0.
No anúncio tem um link para o site de leilão, esse carro está na liquidação extrajudicial do Banco BVA, então era de propriedade do banco, nada de caiu da cegonha, treta, etc., como dito aí. Não custa pesquisar um pouco em vez de ficar criando teorias e reclamando da CAOA como sempre.
Estou pensando no nome do novo modelo, considerando que até os anos 80 Mercedes-Benz SLC era o SL coupé, sendo que depois veio SL somente conversível com capota de lona (e capota rígida destacável), e desde 2001 somente coupé-cabriolet.
Pois é, esses dias fui com meu sogro ver um HR e tinha na CAOA de Londrina um Sonata prata 12/12 (ou 12/13, agora não lembro) por 74 mil.
Interessante que no Código de Trânsito antigo (dos anos 60) dirigir sem camisa não era permitido.
Fiquei curioso e fui fazer umas pesquisas e contas. Tomando por base carros nacionais, um tanque de plástico de 40 litros pesa 4,7 kg (fusca), um de 55 litros pesa 6,8 kg (gol), para chegar nos mais próximos da Mercedes (41 l e 53 l). Segundo o site da Petrobrás, as densidades dos combustíveis, por litro, seria 0,75 kg/l para gasolina, 0,80 gl/l para álcool, e 0,85 kg/l para diesel. Considerando um tanque cheio, Classe C a gasolina com esse tanque perderia cerca de 11 kg, com etanol 11,6 kg e com diesel 12,2 kg. Evidente que diminuir o peso do conjunto todo faz diferença, mas faria mais efeito abastecer de 50 em 50 reais, como muita gente faz.. Se bobear só de calibrar os pneus corretamente já faz mais efeito que aliviar 11 ou 12 quilos de um carro de 1500 kg, e, se for usar a mesma lógica, o motorista e os passageiros deveriam aproveitar e fazer um regime também. Está parecendo que estão fazendo muito barulho para pouca coisa.
Vi um série 3 GT na rua semana passada, realmente perdeu a harmonia nas linhas, embora não tenha parecido tão feio quanto a impressão que tive ao ver as fotos. Sobre as medidas do série 4 Gran Coupé, o que li é que somente se alterou a altura do teto em 20 mm, e o comprimento do teto, em 12 cm, mantidas todas as demais dimensões. Imagino que se aumentassem a altura do teto em 12 cm em relação ao série 4, como está no texto, ia ficar pior que o 3 GT.