CarlosMC

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109 weeks ago @ Viver Lisboa - Sempre aos pares · 0 replies · +1 points

Cerveja ou coca-cola.
Nunca, mas nunca água.
Bijinho

110 weeks ago @ Viver Lisboa - Na cidade, Campo Grande · 0 replies · +1 points

Já soubemos:
De acordo com o Público (15/4/2010)

«A Câmara de Lisboa aprovou ontem a legalização de um edifício erguido sem licença pela Universidade Lusófona no Campo Grande. Os vereadores do PCP e do CDS-PP votaram contra, enquanto os do PSD e dos Cidadãos Por Lisboa se abstiveram. A proposta de Manuel Salgado, o vereador do Urbanismo que em 2007 afirmou, sobre este caso, que ninguém "está isento" de cumprir a lei em Lisboa, foi aprovada apenas com os votos do PS. "Como é óbvio, votámos contra. Tratou-se de legalizar uma ilegalidade, o que nos parece um mau princípio e abre um precedente negativo", disse comunista Ruben de Carvalho. "Causa-nos a maior repugnância porque a câmara disse com esta decisão que o crime compensa", comentou António Monteiro, do CDS, referindo que a decisão é "um incentivo a desrespeitar a lei". A vereadora Helena Roseta (Cidadãos por Lisboa) explicou a sua abstenção com "razões de natureza moral" e como "uma forma de dar um sinal à Universidade Lusófona, que tem um curso de Urbanismo e de Autarquias e tem obrigação de cumprir procedimentos". J.A.C.»

Afinal era mesmo verdade. E foi aprovado.
Inacreditável a posição do PSD e dos Cidadãos por Lisboa.
Inaceitável tudo isto.

110 weeks ago @ Viver Lisboa - Passivo global da Câm... · 2 replies · +2 points

Janeiro 30, 2006
CML DISCUTE ORÇAMENTO AMANHÃ

Os vereadores da Câmara Municipal de Lisboa (CML) discutem terça-feira o orçamento para 2006, de 850 milhões de euros, que elege a reabilitação urbana como prioridade e que o vice-presidente da autarquia afirma ser «de contenção».
Com uma verba total de 850 milhões de euros, o orçamento para 2006 representa um acréscimo relativamente ao do ano passado, na ordem dos 814 milhões de euros.
Segundo o vice-presidente da CML e responsável pelo pelouro das Finanças, Carlos Fontão de Carvalho, a verba «não é efectivamente» no valor de 850 milhões de euros, já que, como explicou, 150 milhões de euros dizem respeito a operações de permuta, «o que não corresponde a fluxos financeiros».
«Se retirarmos esse efeito das operações de permuta, o orçamento financeiro é da ordem dos 700 milhões de euros», o que representa menos dinheiro que no ano passado, disse à Lusa.
Fontão de Carvalho sustenta que este é «um orçamento de contenção», que prevê uma redução das despesas «para permitir uma regularização da situação financeira» da autarquia, cuja dívida a fornecedores ascende a 180 milhões de euros.
De acordo com o responsável pelas Finanças, «tentou-se uma redução com as despesas de funcionamento», nomeadamente nas despesas de pessoal e de aquisição de bens e serviços.
Também o plano de actividades contempla uma quebra: «há menos investimento para 2006», referiu o vice-presidente, acrescentando que «as despesas com investimentos terão maior reflexo nos próximos anos».
O objectivo é, adiantou, «chegar ao final do ano com uma situação bastante mais equilibrada que a actual», reduzindo em cerca de 60 milhões de euros a actual dívida aos fornecedores.
O executivo, liderado por António Carmona Rodrigues (PSD), prevê que a venda de património irá levar aos cofres da autarquia 200 milhões de euros, que serão «afectos prioritariamente à redução».
Quanto a prioridades, a reabilitação urbana é a área que recebe a maior fatia (100 milhões de euros), da qual 60 milhões de euros são destinados ao Parque Mayer.
Sessenta milhões de euros são também a verba dedicada a aquisições e expropriações para o prolongamento do Eixo Norte-Sul e para o desenvolvimento da Alta de Lisboa.
Também os serviços urbanos, que abrangem áreas como a higiene e limpeza urbana, espaços verdes e cemitérios, recebem uma «parte significativa do orçamento», tal como as infra-estruturas viárias e mobilidade.
Fontão mostrou-se confiante na aprovação do orçamento, sublinhando que é «adequado à realidade e à situação financeira» da CML, e que «permite tratar o resto do mandato com maior tranquilidade».
O documento não deverá ser chumbado, já que o PSD tem maioria no executivo camarário (em coligação com o CDS-PP) e na Assembleia Municipal de Lisboa (AML).
No ano passado, a oposição de esquerda, que tinha maioria na AML, chumbou o orçamento, num acto inédito que, segundo Fontão de Carvalho, «tornou mais difícil a gestão financeira».
A Lusa tentou obter uma posição dos vereadores da oposição, mas PS e CDU remeteram quaisquer declarações para depois da reunião extraordinária do executivo, tendo apenas o Bloco de Esquerda (BE) comentado o documento.
Em comunicado, o vereador eleito pelo BE, José Sá Fernandes, critica o orçamento apresentado, classificando-o como «incumprível».
O vereador bloquista promete sugerir rectificações ao documento, «que visem a possibilidade de uma verdadeira reabilitação da cidade e a obtenção de mais receitas, que não passem pela sobrecarga dos munícipes em termos de taxas municipais ou outras receitas».
Sá Fernandes considera que, apesar de o orçamento previsto ser superior ao do ano passado, «não significará, muito provavelmente, mais investimento da Câmara de Lisboa na cidade», defendendo que «a realização de receitas extraordinárias estão com uma previsão inflaccionada».

Fonte: Lusa

110 weeks ago @ Viver Lisboa - Px em Lx 2010 · 2 replies · +1 points

Hoje, ao fim do dia, haverá um Show Cooking do melhor de todos os chefs portugueses: Miguel Castro Silva (Largo e deCastro Elias). A não perder.

111 weeks ago @ Viver Lisboa - Era mesmo necessário? · 0 replies · +1 points

E qual é esse modelo, Pedro?

111 weeks ago @ Viver Lisboa - Era mesmo necessário? · 0 replies · +1 points

Parece-me que existem alguns equívocos no post, que me permito questionar.
O primeiro, refere-se ao facto, não referido, mas creio insofismável, que se prende com a saída de automóveis da cidade. É que o post só fala na entrada de viaturas, que é o argumento argumentativamente mais fácil. Seja à hora que for, mas sobretudo à hora de ponta, é muito, mas muito mais fácil sair de Lisboa. Estarei errado? Não creio. Objectivamente e sem juízos de valor pré-concebidos, não há um lisboeta que não ache isso. Pergunte-se aos motoristas de táxi.

E veja-se, até, a foto que ilustra o post. A fila é no sentido da entrada na cidade. No de saída, não se vê um carro... Pode ter a ver com a hora, mas não deixa de ser curioso.

O segundo, refere-se á poluição. O túnel é poluído. E o ar à superfície na zona que vai do Marquẽs de Pombal às Amoreiras? Melhorou, ou piorou? Desconheço se o estudo mencionado o fez, mas penso que seria interessante comparar a poluição nessa zona, por exemplo, com a Av. da Liberdade. Será que seria idêntica? Também não creio.

Finalmente, não seria mais interessante em vez fazer a piscina municipal com ondas, ou a pista para surfistas urbanos (esta tocou-me...) terminar o túnel na parte referente à Av. António Augusto de Aguiar? Talvez melhorasse o trânsito e o ambiente. E economicamente seria mais sensato. Não?

Apesar disso, estou com um sorriso. É que o mito de que os túneis são negativos porque permitem chegar mais cedo ao centro das cidades (uma evidência) não faz apagar as vantagens da sua existência. Por isso, cada vez mais nas cidades urbanisticamente mais evoluídas e atraentes do ponto de vista sustentável, existem túneis, retirando os automóveis à superfície e assim melhorando a qualidade do ar. Os exemplos não acabam.

Mas eu sou um não técnico, que não percebe nada de túneis, por isso se calhar o melhor é mesmo a opção da piscina e com muita água e ondas.

112 weeks ago @ Viver Lisboa - 4436637690_a09c3ec14d_o · 0 replies · +1 points

A Câmara tem muita e muita gente competente e com vontade de fazer. Basta serem mobilizadas e incentivadas.
Mas tem muitas mais que, pretendendo manter os seus lugares e interesses, "minam" habilidosamente quem pretenda fazer. Sejam dirigentes, sejam Vereadores.
Tenho excelente opinião da Vereadora das Finanças e do Património, mas alguns técnicos que lhe prestam assessoria são o que poderei chamar "tubarões de águas profundas", que estão há anos e anos nos mesmos lugares, passando de Vereação em Vereação. O que poderia ser positivo. Mas no caso da CML, não é.
Por isso sou adepto que os dirigentes só devem permanecer nas mesmas funções duas comissões de serviço - 6 anos no máximo. Na CML e, em particular, nas área das Finanças e do Património, a tradição é de mais de 10 anos. Nem sempre experiência na função é bom.

Luís, a SGAL não tem "perfil" para o tipo de operações como a que descrevi. Nem penso que lhe coubesse essa tarefa. Embora devesse estabelecer mais parcerias com outras entidades, como a que há anos foi pensada com a DHL e com a SONAE.

Mas eu não diria que a SGAL está meia adormecida. Eu diria que hibernou, num sono profundo... De onde só acordará com um "beijo especial"...

112 weeks ago @ Viver Lisboa - Parque Oeste - para qu... · 2 replies · +1 points


E que a SGAL está a fazer os projectos...
Ainda?...
Essa é boa!..!

112 weeks ago @ Viver Lisboa - Parque Oeste - para qu... · 2 replies · +1 points

"... uma vez que encaminhou ao gabinete do Vereador limitamo-nos a registá-lo. "
Não percebo!
Alguém percebe e me ajuda?

113 weeks ago @ Viver Lisboa - Aobsil · 2 replies · +1 points

Bora Pedro
A um bom vinho... que prefiro ao chá...
E teremos muito que falar.
Do que Santana fez (mal e bem) e do que Costa, Roseta, Sá Fernandes, Nunes da Silva e Salgado não fizeram (infelizmente ou ainda bem).
Dos túneis, buracos, políticas e politiquices, decisões e silêncios, de cada um. Do que cada um fez para Lisboa ficar melhor. Com a certeza de que Lisboa merece bem melhor do que tem sido feito por qualquer deles, por qualquer dos últimos presidentes. Penso que nisso não vamos divergir.
Um abraço
do
Carlos