Guilherme_Matos

Guilherme_Matos

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12 years ago @ Leitora Incomum - Resenha: Herdeiros do ... · 0 replies · 0 points

Hehe obrigado, fico contente que tenha gostado.
Bjs
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12 years ago @ Leitora Incomum - Resenha: Fahrenheit 451 · 0 replies · +1 points

Obrigado Aline. De fato, é uma discussão interessante :)

12 years ago @ Leitora Incomum - Resenha: Fahrenheit 451 · 0 replies · +1 points

Muito obrigado :)

12 years ago @ Leitora Incomum - Resenha: Fahrenheit 451 · 0 replies · +1 points

Muito obrigado :)

12 years ago @ Leitora Incomum - Resenha: Fahrenheit 451 · 0 replies · +1 points

De fato, é :)

12 years ago @ GAMESFODA - Qual foi a desse tal d... · 0 replies · +1 points

Conheço sim, também é excelente. Mudou totalmente minha visão sobre MGS2.

12 years ago @ GAMESFODA - Qual foi a desse tal d... · 2 replies · +2 points

Achei excelente o ponto de vista apresentado no texto, e concordo plenamente que MGS4 depende dos MGSs anteriores para existir. Porém, acho que apenas isso não define o valor do quarto jogo e que ele tem sim um lugar junto aos outros no panteão dos MGSs.

Do jeito que vejo, MGS4 é a grande catarse de toda a série. Não apenas por sanar todas as dúvidas e conflitos deixados pelos anteriores (e que hoje eu vejo, foram construídos para ficarem em aberto mesmo) mas também por deixar uma mensagem final de renovação, de trocar o velho pelo novo, de superar o passado e arriscar no futuro.

Em outras palavras, de "voltar para o 0".

MGS4 diz, de maneira escondida e abstrata assim como em seus antecessores, que a série deve acabar de uma vez por todas. É como um apelo do Kojima para seus próprios fãs, pedindo para eles pararem de pedir por mais pois a série não tem mais para onde ir, dentro de seu próprio universo.

É tanto isso que agora, em MGS5, tudo mudou. Até mesmo David Hayter, a grande voz por trás de Snake há anos, não estará presente. Acredito piamente que o quinto jogo terá muito pouco a ver com a própria série. É bem provável que estejamos olhando para o sucessor espiritual de MGS2, no sentido de que o jogo será tudo, menos aquilo que esperamos.

Por admitir sua própria idade e reconhecer que já não poderá ser o que foi, eu digo que Metal Gear Solid 4: Guns of the Patriots merece seu assento geriátrico em meio a seus irmãos mais novos. Têm muitas séries por aí que já deveriam ter chegado na mesma conclusão (estou olhando para vocês, Master Chief e Kratos; CoD então se tornou aquele vô chato que acha que ainda pode andar de skate e acaba quebrando a bacia).

Aqui uma análise excelente de MGS4, onde ele é dissecado e exposto por completo (pena só ter em inglês): http://www.deltaheadtranslation.com/MGS4/index.ht...

PS: Só pra continuar a metáfora - MGS1 é como a primeira vez: desajeitado, meio nervoso e nada daquilo que você espera, mas você nunca mais vai esquecê-lo.

12 years ago @ GAMESFODA - Qual é a desse tal de... · 2 replies · +1 points

Joguei no PC também e de fato, a configuração inicial do jogo é terrível. Acho que foi o único jogo no qual eu mudei quase todas a teclas de lugar. Depois disso ele ficou "ok", pelo menos no que tange os QTEs. Aí é achar uma configuração que funcione melhor pra ti.

Agora, a câmera em Indigo Prophecy realmente não dá. Ela antes aponta pra sua virilha do que para onde você precisa que ela aponte. É ainda pior nos momentos "stealth" do jogo (um verdadeiro pesadelo, em todos os sentidos da expressão).

12 years ago @ GAMESFODA - Qual é a desse tal de... · 2 replies · +7 points

Lembram do menu inicial de Indigo Prophecy? Lá literalmente diz "New Movie". Não "New Game", mas sim "New Movie". Logo não precisa eu ou qualquer outra pessoa dizer que o David Cage faz filmes """interativos""" ao invés de jogos. Ele mesmo já admitiu isso.

Pena que ainda não percebeu que os filmes dele são uma merda.

12 years ago @ Leitora Incomum - Resenha Paperboy · 0 replies · +1 points

Obrigado Camila :)

Beijos
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