Soeiro

Soeiro

99p

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13 years ago @ LinkinPark:br - Escute o LIVING THINGS... · 0 replies · +8 points

Estou dividido. Enquanto a primeira metade soa como uma versão moderna do Hybrid Theory e o Meteora, a segunda (a partir de VICTIMIZED) volta aos padrões do A Thousand Suns. Sinceramente, não sei o que pensar. Gostei MUITO da primeira parte. Terminei CASTLE OF GLASS pensando "é o álbum do ano", e então a desnecessária VICTIMIZED inicia a vibe ruídos-eletrônicos de 2010 das seis últimas músicas. Acabam parecendo dois álbuns distintos, com músicas novas e sobras do ATS.

Editando após escutar o álbum pela 5ª vez:
Minha opinião não mudou muito; se Hybrid Theory ou Meteora tivessem sido lançados em 2012, LOST IN THE ECHO, IN MY REMAINS, BURN IT DOWN, LIES GREED MISERY e I'LL BE GONE fariam parte dos álbuns, sem dúvida alguma. É uma sonoridade conhecida, porém moderna. E o mais importante: são ÓTIMAS. Se fosse falar de cada uma, separadamente, rasgaria elogios eternamente aqui. Elas me fizeram lembrar do porque gosto tanto de Linkin Park.

Ainda na primeira metade do álbum, conhecemos o que imagino ser a música folk que os integrantes da banda citaram em vídeos promocionais do LIVING THINGS, CASTLE OF GLASS. É uma sonoridade diferente? É. Porém é uma proposta muito mais agradável da apresentada em A Thousand Suns. Acertada, também, a novidade no vocal. O Mike literalmente cantou (me corrijam caso eu esteja errado).

E então voltamos à segunda parte do álbum. Reparem que logo no começo de VICTIMIZED temos aquelas vozes destorcidas, que parecem vir de algum discurso ou pronunciamento, um recurso exageradamente usado no A Thousand Suns. A faixa é completamente desnecessária: é pequena, e os vocais do Mike não combinam com os berros do Chester. Ela simplesmente parece não funcionar, pois destoa de todo o conjunto que havia sido apresentado até ali. // Um parágrafo pra falar de VICTIMIZED. É, eu não gostei dela. //

ROADS UNTRAVELED e SKIN TO BONE retomam a vibe experimental do LIVING THINGS, passeando pelo vale da calmaria apresentada por CASTLE OF GLASS. E chegamos à cria do ATS: UNTIL IT BREAKS. Esta ficaria perfeita no álbum anterior. Aliás, na verdade, acho que ela sobrou, e por dó veio parar no LT. Sinceramente? Ruim. Bem ruim.

TINFOIL + POWERLESS é o que eu particularmente chamo de Little Things Give You Away 2. É uma delícia de ouvir, e despenca de vez no vale da calmaria. De forma sutil, cria uma atmosfera de conclusão épica (mesmo não sendo).

Resumindo: LIVING THINGS é uma baita brincadeira da banda para com os fãs. Ao mesmo tempo em que traz músicas que remetem ao bom e velho passado da banda, traz novos experimentos. Melhor que Hybrid Theory e Meteora? Não. Tão bom quanto? Sem dúvidas.

13 years ago @ MacMagazine - ↪ Jogo Temple Run: B... · 0 replies · +9 points

Comprando! O original é viciante.

13 years ago @ LinkinPark:br - Possíveis prévias de... · 0 replies · +8 points

Curti muito!

Eita que esses 13 dias vão demorar a passar! haha

13 years ago @ Gizmodo Brasil - As melhores novidades ... · 1 reply · +24 points

Padronização visual mandou um abraço.

14 years ago @ MacMagazine - Site japonês põe as ... · 3 replies · +15 points

LG BL40 Chocolate mandou lembranças.

14 years ago @ MacMagazine - ↪ Pesquisa: por que ... · 0 replies · +5 points

Depende. Jogos como Angry Birds, Cut The Rope e afins são pra literalmente matar tempo enquanto se espera algo. Agora, games como os dois LostWinds, Infinity Blades e afins foram pra diversão mesmo, me fazendo largar mão do Xbox durante alguns dias.

14 years ago @ MacMagazine - Mais OS X Mountain Lio... · 0 replies · +8 points

Você quer dizer com os Widgets na frente dos apps abertos? Se sim, é só mudar as configurações em Preferências do Sistema > Mission Control.

14 years ago @ MacMagazine - ↪ Baixe aqui o novo ... · 1 reply · +18 points

Sou muito mais esse wallpaper, do que o padrão do Lion. :-)

14 years ago @ MacMagazine - Baita surpresa: Apple ... · 8 replies · +89 points

Nunca na história deste sistema operacional o OS X esteve tão parecido com o iOS.

14 years ago @ MacMagazine - Apple e desenvolvedore... · 1 reply · +7 points

O detalhe no iPad 2 é que ele recebeu um design diferente do iPad original. O iPhone 4 foi uma mudança radical no design, também. E essa mudança no design do gadget não aconteceu no 4S, e parece que vai acontecer de forma mínima na tablet.

Ao meu ver, existe um padrão em que apenas os gadgets com visual renovado ganham um "novo número". As melhorias em hardware não vão justificar a mudança de número, assim como aconteceu no 4S.

Quanto aos upgrades, de forma alguma estou desmerecendo os mesmos. Acho que as pessoas são ligadas demais ao visual do gadget. Se o 4S tivesse um visual diferente, as reclamações seriam BEM menores. E parte da culpa disso é das outras fabricantes, que criam um "novo" design pra aparelhos com mudanças mínimas em hardware (ou seguem a modinha atual: aumentam a tela).

Concordo contigo sobre ser ridículo um "iPad 9, 10, 11". E acho mesmo que um dia ele vai perder os números e adições de S. Um dia será apenas iPad, sendo chamado extra-oficialmente por seu ano de lançamento.