Pedro_G
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16 years ago @ Viver Lisboa - Reabilitação urbana ... · 0 replies · +1 points
Existem diferenças entre Lisboa e Madrid, bem como entre Portugal e Espanha, na sua forma de funcionamento administrativamente falando.
No entanto, em Lisboa falta fazer o essencial - iniciar a recuperação de forma sustentável e ter bons profissionais nas entidades reguladoras, fiscalizadoras e licenciadoras que quebrem de uma vez por todas com os fundamentalismos que existem.
Devemos preservar o que tem valor histórico, mas porquê preservar sem nenhum tipo de critério? Porquê proibir a utilização de novas técnicas reproduzindo as antigas? Porquê exigir manter edificações antigas sem o mínimo de condições para os seus utilizadores, mesmo depois da remodelação/recuperação?
Até resolvermos os problemas de base do nosso "sistema", não conseguiremos estar ao nível dos países mais evoluídos da Europa.
17 years ago @ Viver Lisboa - Já não vai haver Met... · 2 replies · +1 points
Conforme disse, comprei a minha casa em 2006. Nessa altura já se sabia que não iria existir metropolitano na Alta (pelo menos em zona central), e não foi há muito tempo que a hipotética estação deixou de fazer parte da apresentação do projecto Alta de Lisboa. Se não há ordem para avançar, não deixa de ser marketing.
Aliás, temos mais exemplos no país de obras que existem no papel, são divulgadas, fazem-se negócios com base no pressuposto dessa obra existir, e depois por questões políticas (a maioria das vezes), ou não, essa obra nunca sai do papel.
Não querendo entrar em discussão relativamente ao metro ligeiro de superfície, a solução englobando a Alta de Lisboa poderá estar na mesa desde 2004, mas a criação de uma linha periférica desde a zona de Algés até à do Lumiar (englobando a Alta ou não) tem já muitos anos. Eu tive conhecimento dela em 2002 e embora fosse novidade para mim, já corria tinta e grafite no papel sobre esse assunto há algum tempo.
17 years ago @ Viver Lisboa - Já não vai haver Met... · 0 replies · +2 points
É natural que todos tivéssemos a esperança de ver o metro chegar à Alta de Lisboa, mas desde há muito tempo que essa solução não é possível. Foi uma boa manobra de marketing da SGAL aproveitar rumores e tentar convencer as pessoas a comprar casas com base nesse pressuposto.
Eu faço parte desta família desde 2006 e já nessa altura sabia que nunca íriamos ter metro aqui mais perto, porque ele até existe no Parque das Conchas (perto para uns e muito longe para os outros).
Isto começou por ser uma ideia errada de base. A forma de colocar metro na Alta de Lisboa, não passaria por desviar a linha do Aeroporto, mas sim por prolongar a ainda linha amarela (que pelo mapa passará a verde) até à zona do Parque Oeste.
O que é verdade é que com a rede viária prevista para a Alta, é perfeitamente sensata a colocação de metro ligeiro de superfície, solução já com muitos anos em cima da mesa (a de criar uma linha de metro de superfície periférica à cidade) e que aí podemos esperar que passe rapidamente para o terreno.
17 years ago @ Viver Lisboa - Vai ou não haver Metr... · 0 replies · +1 points
O da estação de metro na Alta já passou de prazo, daí a linha directa para o Campo Grande - porque mesmo que a linha fosse para o Campo Grande, há formas de fazer uma estação na zona da Alta.
Se o metro não se despacha nas suas obras, até este prolongamento pode ficar comprometido, porque deixamos de ter apoios da UE.
O projecto de fazer uma linha de metro ligeiro de superfície é já antigo. Esperemos que se torne realidade no próximo mandato...
A ver vamos
17 years ago @ Viver Lisboa - Boa EPUL à casa torna · 0 replies · +1 points
Excelente referência!
Falta apenas referir que a Junta de Freguesia do Lumiar, que se encontra no Palacete à revelia do seu Dono, não quer saír, ainda que tenha instalações para alocar os serviços que ali funcionam.
Este é um bom exemplo de como se faz o que se quer das empresas e dinheiros públicos, sem que exista controlo ou punição.
Pode ser que na sequência das investigações à anterior administração da EPUL também se procure perceber o que se passou neste caso. É que para além da normal renda a pagar pelas instalações no Visconde de Alvalade, também a EPUL financiou a equipa de Futsal do Sporting, para além de outros custos que teoricamente não lhe pertenceriam.