MathewBMW
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11 hours ago @ Jalopnik Brasil - Ford divulga potência... · 0 replies · +3 points
Se sedãs de duas toneladas (M5, E63 AMG, RS6, Panamera Turbo S) e utilitários esportivos (X5 M, Cayenne Turbo) conseguem fazer maravilhas em curvas, por que um mero pony car não conseguiria? Claro que tempo não é tudo, muito menos números. O Boss 302 frente ao RS5 venceu, frente às C63 Coupé e M3 DCT não conseguiu, mas foi por pouco. Leia a excelente matéria da evo Magazine aqui, se puder. Veja a largada assistida do trio germânico contra o espartano ianque (deveria ser o CTS-V). Venceram, mas o mérito dele está aí. Não tem toda a parafernália eletrônica que deixa os carros tão robotizados que surge espaço para 1er M Coupé e afins.
11 hours ago @ Jalopnik Brasil - Ford divulga potência... · 2 replies · +11 points

Mas tem um problema, o W18 não está funcionando direito. "Vamos pegar o W16 da prateleira". Em homenagem aos flechas de prata da Auto Union havia o Audi Rosemeyer com o W16 de 8,0 litros, mas aspirado. "Ou melhor, vamos matar o conceito Bentley Hunaudiéres que com o mesmo motor especulava-se atingir 350 km/h. Vamos deixar a Bugatti no topo da cadeia VAG. Coloquemos o W16... Surge o EB16.4 'Veyron'." Ele vai ser o halo car para a Bugatti. Vai ser o modelo que irá jogar os holofotes, vai ser o LFA para a Lexus (que rejuvenesceu 10 anos), vai ser o R35 GT-R para a Nissan (que com o Juke-R provou que pode tudo), vai ser o Ür-Quattro e o R8 para a Audi, vai ser a M1 para a BMW. Definem a imagem desta para os próximos anos.


Mas é um Bugatti. Ele deve ser um transatlântico com luxo, um sofá que atinja velocidades absurdas. Como que faz para manter um motor imenso (ou queria que colocassem um M12/13 ou um S70/2?). Não, o que vai emplacar é o motor imenso típico do passado. Naturalmente aspirado temos 700 cv, com quatro turbos (agradecendo a ideia do EB110) temos os 1001 cv. Não são 1000, são 1001 cv. É claro que é marketing! E há quem fale mal do motor que deve cumprir duas funções! Deve levar um sofá com quase 2 toneladas a mais de 400 km/h e ser imenso fazendo alusão aos antepassados. Sem contar na complexidade do DSG da Ricardo, os pneus PAX System da Michelin, da tração integral, dos diversos materiais utilizados.
Agora a VAG pode deixar a Bugatti bater asas sozinha. Qualquer futuro lançamento será um sucesso. A associação com hipercarro e luxo ao extremo será imediata. Sabe aquele EB218? Por que não fazê-lo agora? E eis os rumores do Galibier. Esperemos para ver.

"O Veyron é uma barca, pesado demais, só serve para andar em linha reta.". Alguém ligue agora para Molsheim e avise que os caras erraram no projeto do carro! Fail da década!
13 hours ago @ Jalopnik Brasil - Eric Clapton estreia s... · 1 reply · +12 points

Ultimamente a Ferrari têm acertado a mão destas one-off. Algumas vezes saem conceitos que se assemelham a naves espaciais com portas canópicas (512 S Modulo). Outras vezes saem esportivos com três assentos ao estilo de uma McLaren F1 (365P Berlinetta Speciale), esposa e amantes longe (segundo o comendador) e não como nos Matra Bagheera e Murena (com o motorista, a amante no meio e a esposa no outro canto). Outras vezes fazem forno para assar pão e pizza (250 GT SWB Drogo 'Breadvan').



Mas sejamos justos. Algumas vezes antecipam mecânica, como é o conceito 408 AWD como mãe da FF; e novas eras de design, como é o caso do trio do início do milênio: Rossa, Pininfarina Enjoy e GG50. De certo modo são as linhas que vemos nas 612 Scaglietti e, posteriormente, na 599 GTB Fiorano. E o que dizer da P4/5? A versão de rua conseguiu ficar mais bonita do que a própria Ferrari Enzo, a qual foi derivada. P4/5 Competizione é semelhante, mas recebe carcaça de 430 Scuderia, se não me falha a memória. E reza a lenda que a F70, a sucessora da Enzo, terá como base o conceito Millechili, aquele feito algum tempo atrás junto com a Universidade de Modena. Com traços de 458 Italia e F12berlinetta, claro.




13 hours ago @ Jalopnik Brasil - Qual a relação do A1... · 0 replies · +1 points
14 hours ago @ Jalopnik Brasil - BMW revela o Zagato Co... · 0 replies · +10 points
Lembremos que Z3 e a Z4 (E85) possuíam capota de lona, daí o surgimento das versões M Coupé (foto abaixo). São modelos bem 8 ou 80 no quesito gostar do design. No caso da Z4 (E89) por ter capota rígida nem foi cogitado nada. Aliás, não colocaram o motor S65 (V8 aspirado de 4,0 litros) da atual M3 em uma Z4M porque não coube no cofre. Essa one-off (caso não sejam produzidas algumas unidades) provavelmente leva o motor N54Tü (340 cv) da Z4 sDrive35is, o mesmo que equipa a 1er M Coupé.

E tem insano fazendo associação com a Z8. Uma coisa é roadster fazendo alusão ao clássico 507, outra é edição exclusiva para o Concorso d’Eleganza Villa d’Este. Simples assim. Todo ano surge algo do tipo, como a BMW 328 Hommage ano passado. E os malucos pensando em rivalidade para SLS AMG.

1 day ago @ Jalopnik Brasil - Primeiras impressões:... · 1 reply · +4 points
1 day ago @ Jalopnik Brasil - Primeiras impressões:... · 5 replies · +13 points
981 Boxster S | 991 Carrera Cabriolet
3.436 cm³
315 PS | 350 PS
@ 6.700 RPM | @ 7.400 RPM
360 Nm | 390 Nm
@ 4.500-5.800 RPM | @ 5.600 RPM
6 MT | 7 MT
Comprimento: 4.374 mm | 4.491 mm
Largura: 1.801 mm | 1.808 mm
Altura: 1.282 mm | 1.299 mm
Entre-eixos: 2.475 mm | 2.450 mm
Peso (DIN): 1.310 kg | 1.450 kg
Deixo o recado com esta comparação geek argumentando que o mesmíssimo motor de um está no outro. Nada que uma reprogramação de ECU não ajude. Sport Exhaust, ECU e 6MT (fora PASM e PTV, caso sejam postos juntos no pacote para o Brasil). Com mais de 300 cv, um flat-6
1 day ago @ Jalopnik Brasil - Primeiras impressões:... · 6 replies · +16 points
Quem sou eu para criticar um jornalista automotivo e experiente? Sou apenas mais um comentarista de um blog nacional. Poderia pensar que o público-alvo não estaria interessado nas coisas que eu julgaria importantes de serem mencionadas. Errado pensar isto porque o Jalopniker é mais do que um petrolhead. Poderia pensar que o número de caracteres de uma avaliação seja limitado. Não ao espaço virtual da pagina, mas ao fator "interesse x tempo" de quem lê. Não é à toa que review em vídeo não dura mais de 5 minutos.
Tenho a concepção de duas reviews em mente: 1. aquela em que o jornalista tem uma habilidade monstruosa com as palavras e consegue o mesmo efeito de uma literatura de ficção, você se sente ao lado e presenciando cada minúcia dita; 2. aquela em que o oposto ocorre, o texto é tão geek que é enfadonho ao ponto de você salvá-lo em PDF antes de terminar de ler para servir de consulta mais tarde. Dito isto, não consegui encaixar muito bem o texto acima. Mas isso é esperar demais de todo mundo. Só gera frustração.
A principal pergunta para a terceira geração do Boxster é se finalmente a Porsche fez um carro que atraísse homens como clientes. Afinal de contas, a dupla de entrada da marca é ainda considerada por muitos como um carro de homoafetivo, afeminado, madame ou o que seja. Ironicamente, é uma pergunta que foi respondida pelo jornalista (adorou o carro, deixou bem claro), mas a resposta está na maneira como que se deveria ter conduzido o texto. Como que se faz isto?
Acabar com o pseudônimo de "911 de pobre" e colocá-lo como um carro totalmente distinto e, sendo assim, seria sua opção por escolha e não por falta de escolha (lê-se dinheiro para ter um 911 Carrera Cabriolet). Vou dar crédito ao jornalista, ele intuitivamente soube disto ao mencionar a lateral diferenciada (lembra um Toyota MR-S, diga-se de passagem). Os mais informados lembrarão da relação toyotizada 986 Boxster x 911 (996). O compartilhamento (até dos faróis "em gota") foi o que cortou a corda que iria enforcar a marca (não, não foi o Cayenne, este reergueu) e, ao mesmo tempo, pôs um estigma no roadster de entrada.
Parafraseando, "avaliações negativas são mais fáceis e divertidas de escrever". Então é o que faremos. 1. Direção assistida. Odiei a notícia quando o 991 Carrera veio à tona. Estamos falando de uma marca que tem a frieza de mudar a refrigeração dos carros e mantê-los apreciados ainda (tirando aqueles mais puristas do que eu que só vão até o 993). Deixemos bem claro (e digo por experiência própria), esse feedback só é perdido em pisos molhados, escorregadios (parece que o jornalista teve o privilégio divino de concluir isto por si mesmo, não sei se percebeu). Se é para esse tipo de carro permanecer e ser aprovado nos testes de emissão e eficiência, então que fique. Duvido que a direção seja tão ruim assim. E além do mais, a transmissão conta mais.
É gostoso criticar o câmbio PDK. É considerado por muitos o melhor câmbio automatizado de dupla embreagem na praça. E faz maravilhas em um 911 Carrera ou em um 911 Turbo, quando equipados com o Sport Chrono. Fazer uma largada assistida em um 911 (997) Turbo S foi o maior susto que já tomei dentro de um carro. E isto que andei em R35 GT-R '11 e Corvette ZR1 com 750 cv depois. São inacreditáveis 2,9s e 9,8s até 100 e 200 km/h, respectivamente. "Bom para o Super Trunfo". Verdade. E é por isto que passei a frequentar igreja todo domingo. Não quero saber de GT3 e GT2 virem equipados apenas com PDK. Isto é matar a personalidade do carro. Como se não bastasse o fim da linhagem de motor 'Mezger' em detrimento dos 'DFI' (injeção direta). A direção passa, o câmbio não. Para o purista isto é inaceitável. Tendência da sociedade é se adequar aos verdadeiros compradores. E é justamente o conjunto que define um 911 GT3. Pude andar em um GT3 RS 3.8 e aquilo é inexplicavelmente perfeito.
1 week ago @ Jalopnik Brasil - Bom dia ao estilo BMW:... · 1 reply · +2 points
Se formos anacrônicos, isto é, guiarmos hoje todas e as compararmos pura e simplesmente pela mecânica... teremos a melhor. Muitos jornalistas confundem estas duas definições. Quando vão guiar um modelo clássico, já entram no carro com aquela sensação prévia de que aquilo é respeitado, de que aquilo fez um marco na história automotiva e acabam por eleger o melhor (por ser a maior) de todos os tempos. A impressão inicial é de purismo, agrada todos os ditos petrolheads e fica bom para todos.
E se formos fugir deste círculo vicioso... teremos a predileta. Geralmente é a geração que perdurava em sua maturidade de conhecimento automobilístico. Aqui o petrolhead apenas com conhecimento internetesco tem grande chance de eleger a maior como a predileta. É o conhecimento que ele tem para dialogar. Ou o mais inserido no meio do carro, vai optar pela geração dita acima, a que brilhava nos tempos em que era jovem, não necessariamente a maior (principalmente se o rapaz for mais novo).
Depois de toda a balela, é inegável que a E30 M3 é eleita a maior para todos, por motivos óbvios. Infelizmente hoje é comparada com uma E87 123d até. Sim, já foi feita esta comparação em uma revista de renome internacional e não os culpo. É interessante unir carros com peso e números semelhantes e ver o que dá. A melhor de todas é a E92 M3, não há dúvidas. É a mais madura de todas. E a predileta? Minha época de venerar carros coincidiu com a E46 M3, vai ser esta por motivos pessoais.
Pode-se fazer isto com qualquer carro ou marca. Exemplo: Porsche. Para o MathewBMW o maior será o Carrera RS '73; o melhor será o 911 (997) GT3 RS 4.0; e o meu predileto o exótico Carrera GT.
1 week ago @ Jalopnik Brasil - Bom dia ao estilo BMW:... · 1 reply · +2 points

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