Foi muito bom, me senti com 7 anos, quando fui com meus pais assistir a estreia em 1994, nostalgia pura. O 3D é bem utilizado em algumas cenas e em muitas, você vivencia melhor o filme e fica mais perto das ações. Realmente o filme fez parte da infância de varias crianças, inclusive da minha. Não posso deixar de citar Hakuna Matata, um dos meus hinos, que se fez presente até na minha formatura, quando fui colar grau (fiz questão de usar a música hehehe) Ouso dizer que essa é a melhor animação em 2D produzida pela Disney e, com certeza, podemos considera-la um clássico. Bem que poderia ter outras sessões dessas, de filmes antigos que valem a pena serem visto novamente na telona.
Caio Lírio - @caiokar
Falou e disse Amanda. Vá despreocupado para o cinema, não leve o filme tãããão a sério, se não a experiência será ainda mais frustrantes. O filme é despretensioso por si só. Algumas piadas (poucas) funcionam bem, mas isso não impede de tornar a personagem de Diaz uma mulher insuportável, pelo contrário, diferente de outros anti heróis e personagens politicamente incorretos em comédias, não conseguimos abraçar ou adorar aquela professora sem noção. Suas motivações são rasteiras e extremamente bobas (mas também não podemos levar isso tão a sério, né? Despretensão lembra?). Elisabeth é uma grande pilantra do inicio ao fim o que a faz perder espaço para figuras mais interessantes como a professorinha, chatinha e maluquinha, Amy Squirrel e o professor de educação física vivido por Jason Segel. E colocar o ator/cantor, Justin Timberlake como uma babaca também é interessante (já que ele nunca interpretou algo do gênero). Gostei da cena inicial, onde mostra os vídeos de vários professores "modelos" do cinema e da vida real. Lembrei da minha época de escola, no meio de alguns docentes tão malucos quanto aqueles retratados no filme. Sentia vontade de esmurra-los hehehehehe.
Caio Lírio - @caiokar
Adoro os desenhos do Hanna Barbera e muito dos meus amigos tiveram na sua infância a presença dos Smusrfs. Muitos até estavam (ou estão) com expectativas em relação ao longa, embora eu tenha um pressentimento de que não irei me satisfazer muito com o roteiro, tendo em vista esse péssimo habito de Hollywood em levar personagens famosos do mundo da animação para cidades famosas do nosso mundo com a desculpa de interagirem com seres de carne e osso, sustentado por um fraquíssimo roteiro (vide os filmes citados no post). Mas, saudosista que sou, possa ser que bata aquele sentimento de empolgação. Na verdade acho que muitos estúdios ainda vêm os filmes infantis como algo passivo de um roteiro bobo e, talvez, esse Os Smurfs, seja mais uma produção dentre tantas outras que tiveram suas histórias assassinadas por fraquíssimos roteiros. Vale lembrar que nem todos tratam o universo infantil como algo bobinho e de utilização de técnicas tão bobas quanto, apenas com fins lucrativos em bilheteria e material de merchandising. A Pixar e tantos outros estúdios estão ai para não me deixar mentir.