Barba

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16 years ago @ Área Cinza - Relato do 1° RPGCON! · 0 replies · +1 points

Concordo! Mas a única coisa que eu odeio mais do que otaku é jogador de RPG : )

Falando sério, eu não gosto de freqüentar eventos porque a atitude da "galera fantasiada" me incomoda muito. Sei lá, às vezes um misto de vergonha alheia e falta de paciência... por causa da gritaria e da falta de respeito com os outros que alguns praticam. Mas percebi que eles são pessoas que curtem o evento, ao contrário de mim. Ou seja: quem não pertence aos eventos sou eu hehehe

16 years ago @ Área Cinza - Bastidores de Tormenta... · 0 replies · +1 points

Tranqüilo. É que esse lance do "profissionalismo" é uma questão que me fritou bastante quando eu ainda fazia parte d'O Círculo. A nossa idéia era sempre fazer um bom trabalho - matéria bem escrita, bem ilustrada, regras corretas, etc - mas também de algo que fosse interessante. Infelizmente, na prática às vezes as coisas são mais complicadas.

"Mas já foi dito, posso estar vendo a coisa de ângulo diferente, já que não dá para viver só de RPG no Brasil e quem faz algo no ramo, faz porque gosta."

Essa é uma questão delicada. O difícil é achar o equilíbrio entre o gostar e o fazer. Um gamedesigner não possa trabalhar com alguma coisa que não gosta sem que o resultado seja algo plástico e malfeito. E sem contar que por essas bandas tem gente que te diz que você não é profissional quando quer cobrar pelo trabalho...

Agora, uma pergunta: alguma editora gringa conseguiu converter seus cenários para 4E?

16 years ago @ Área Cinza - Bastidores de Tormenta... · 2 replies · +1 points

É... caímos no argumento do "profissionalismo".

Me explica uma coisa Ataualpa: onde é que os caras não estão sendo profissionais? É porque não gostam da 4E ou porque se recusam a lançar um produto numa licença onde ele não cabe?

Eu entendo que ser profissional é fazer um bom trabalho, não lançar algo que não se deseja por algum motivo obscuro qualquer. E digo que o motivo que você apresenta é obscuro porque a 4E ainda é novidade por aqui. Ela pode se difundir bem no Brasil e criar um mercado que receberia um Tormenta 4E de braços abertos, mas também pode não acontecer nada disso. Nesse ponto, eu entendo que eles estão tomando o caminho que mais lhes agrada - já que tanto sua opinião quanto a deles poderia estar certa.

E, nesse sentido, a "visão apaixonada" pode muito bem ser a sua...

16 years ago @ Área Cinza - Bastidores de Tormenta... · 1 reply · +1 points

Eu gosto de cenários em que mecânica e o background dançam juntos. Não acho necessariamente ruim fazer modificações no cenário para que as regras de uma nova edição encaixem bem. Acho que o que fizeram com Forgotten Realms foi lançar outro cenário com o mesmo nome... o conceito em si é interessante mas acho que passaram um pouco da conta nos acontecimentos. A saga do Time of Troubles, por exemplo, foi algo muito mais interessante e sutil.

O problema da GSL está além da incapacidade dos autores de alterarem certos aspectos "core" do D&D. Entendo que Tormenta não é um cenário muito prezado por uma parte "dura" de regras mas a maioria desse "fluffy" a que você se refere depende de algumas mudanças impossíveis segundo a GSL para se efetivar em jogo.

A GSL foi pensada para limitar os tipos de suplementos produzidos por outras editoras , e acho que cenário não é o tipo de produto que a Wizards quer ver sendo lançado fora de seus limites. Pra quê investir em algo que, em teoria, nem deveria ser lançado?

16 years ago @ Área Cinza - Bastidores de Tormenta... · 3 replies · +1 points

Sem falar que a GSL inviabiliza a produção de um livro como aqueles que haviam sido feitos até então.

16 years ago @ Área Cinza - 35ª ediç&a... · 1 reply · +1 points

Sessão sem combate é bem diferente de sessão sem ação! Enfim, como eu falei antes, se em algumas sessões não havia combate, outras eram focadas nisso. Acho que era um pouco o ritmo de história de "conseguir informações, localizar o inimigo, tomar decisões importantes, planejar e partir para o confronto".

Se era diferente do "padrão", whatever, a questão é que a 4E não favorece o meu estilo de jogo. Nas sessões que joguei, achei alguns aspectos do combate divertidos, especialmente por causa dos powers, mas...

16 years ago @ Área Cinza - 35ª ediç&a... · 0 replies · +1 points

É... a possibilidade de acumular o dano do animal shape com bite of the weretiger é broken e tornou uma campanha menos divertida. Maldito Spell Compendium!

16 years ago @ Área Cinza - 35ª ediç&a... · 1 reply · +1 points

"E eu repito o que falei: as magias antigas foram divididas em poderes e rituais. Por isso um número de rituais menor do que a quantidade de magias das edições anteriores "

Pois é Kimble, mas continuamos com uma quantidade infinitamente maior de poderes e magias combate do que rituais usáveis fora dele. E isso em relação ao próprio PHB da 4E e das outras edições..

"E o que rituais tem haver com a diminuição do número de perícias? "

Nada. Só voltei ao ponto anterior de que eu gostava das perícias como eram da 3E e que essa mudança me desagradou. Mas retomando esse ponto, algo que me frustrou um pouco foi o esse equilíbrio entre as classes traduzir em poderes que tem danos idênticos em níveis idênticos. Senti que as classes ficaram um pouco mais homogêneas do que eu gostaria.

16 years ago @ Área Cinza - 35ª ediç&a... · 3 replies · +1 points

"E agora alguém lembra que a 4e ainda não tem a pilha de suplementos que a 3e teve, por exemplo, e que as magias antigas foram divididas em poderes e rituais. "

Eu digo da lista dos próprios PHBs da 2E, 3E e 3.5.

"Isso ocorre porque esse modelo antigo de 'magias pra tudo' era problemático. Ele tornava os spellcasters muito independentes e capazes de resolver todo tipo de problemas."

Isso realmente era um problema - especialmente na 3E. Acho louvável a tentativa de corrigi-lo, mas não me agradou da maneira que fizeram isso na 4E. Enfim, eu gosto de perícias e do uso delas em jogo e a perda disso não me agradou. De volta ao bom e velho GURPS!

16 years ago @ Área Cinza - 35ª ediç&a... · 9 replies · +1 points

"o que os rituais na 4th, na minha opinião, cumprem um papel melhor e mais interpretativo do que na 2° ou 3° edição "

Mas eles ainda são o marco de uma divisão entre mecânicas de combate e mecânicas fora de combate. E, pelos menos no PHB, são muito poucos - ainda mais se levarmos em conta a grande lista das outra edições. Eu gosto de uma mecânica unificada, na qual a magia que eu uso para me proteger de uma baforada de fogo também me protege contra o calor, saca? Não quero jogar um jogo com dois modos, fica parecendo aquele lance de abrir uma telinha de combate no Final Fantasy. O que eu curto mesmo é a transição sutil de jogos como Fallout 1 e 2.

"os skil chalenger foram muito melhores nesse sentido do que as pericias isoladas da edição anterior (dando muito mais influencia dos jogadores no jogo)"

O skill challenges dão mais influência aos jogadores? Bem, eu concordo que eles unificam - ou melhor, simplificam - coisas antes distribuídas, mas não necessariamente dispersas. Dizer que a influência dos jogadores no jogo aumentou por causa dos skill challenges é algo meio engraçado. Como assim?